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Última revisão em 2026-02-05. Quando uma afirmação depende de um estudo específico, o estudo é descrito em vez de superinterpretado.
A COMT degrada as catecolaminas e os produtos desaminados pela MAO, além de realizar a metilação dos grupos catecol-OH. Essa enzima está amplamente distribuída no organismo e age principalmente na periferia. Ela também converte a adrenalina e a noradrenalina em ácido-3-metoxi-4-hidroximandélico. A captação das catecolaminas pode ocorrer de cinco maneiras. Uma vez liberadas na fenda sináptica, elas podem ser captadas pelo transporte gradativo, pelo transporte interior e reaproveitamento, pela degradação por enzimas MAO e COMT, pelo autoceptor (downregulation) ou captadas por receptores na célula efetora. Existem três tipos de receptores adrenérgicos. Os pré-sinápticos são sensíveis aos neurotransmissores liberados no próprio terminal pré-sináptico. Geralmente, são receptores acoplados a proteínas G e funcionam como uma válvula, diminuindo a liberação dos neurotransmissores quando sua concentração está alta no terminal pré-sináptico. Um efeito comum desses receptores é a inibição da liberação de neurotransmissores, permitindo que o terminal pré-sináptico se autorregule. Um exemplo desses receptores são os receptores alfa 2. Os receptores beta estão presentes em três tipos: beta 1, encontrados principalmente no coração e responsáveis pelo efeito inotrópico das catecolaminas em geral, aumentando a frequência e a força das contrações cardíacas; beta 2, encontrados na musculatura lisa de vários órgãos, principalmente nos pulmões, causando o relaxamento dos bronquíolos, vasodilatação, relaxamento da musculatura lisa visceral, glicogenólise hepática e tremores musculares.
Fontes: pt.wikipedia.org
Esses receptores também podem ser encontrados em neurônios pré e pós-sinápticos, estimulando a liberação de mais noradrenalina e desencadeando estímulo na célula efetora. Por fim, temos os receptores beta 3, encontrados na vesícula biliar, na bexiga e no tecido adiposo marrom, responsáveis pela lipólise, termogênese e pelo relaxamento do músculo detrusor da bexiga. Os receptores alfa possuem dois tipos: alfa 1, que ativam a fosfolipase C, produzindo trifosfato de inositol e diacilglicerol como segundos mensageiros. Eles realizam a vasoconstrição, o relaxamento da musculatura lisa gastrointestinal, a secreção salivar e a glicogenólise hepática. Esses receptores são encontrados em músculos lisos vasculares e no músculo liso do fígado. Os receptores alfa 2, como mencionado anteriormente, são autoreceptores que inibem a adenil ciclase com baixos níveis de cAMP e modulam canais de cálcio e potássio. Eles são responsáveis pela inibição da liberação de neurotransmissores, incluindo norepinefrina e acetilcolina nos nervos autônomos, além de serem responsáveis pela agregação plaquetária, contração do músculo liso vascular e inibição da liberação de insulina. Esses receptores são encontrados principalmente em neurônios pré-sinápticos, plaquetas e músculos lisos. Todas as catecolaminas são derivadas da adrenalina e da noradrenalina, e não são seletivas, agindo como agonistas em todos os receptores adrenérgicos alfa e beta. No entanto, foram desenvolvidos vários compostos a partir da adrenalina e da noradrenalina para conferir seletividade aos receptores.
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Assim, foram criados a isoprenalina e o salbutamol (ambos derivados da adrenalina), o propranolol (um antagonista derivado da isoprenalina), a alfa-metil-noradrenalina e o metaraminol (agonistas alfa seletivos sintetizados a partir da noradrenalina), a tiramina, a efedrina e a anfetamina (todos sintetizados a partir da dopamina, com a função de aumentar a noradrenalina na fenda sináptica). Cada tipo de receptor adrenérgico segue uma ordem de seletividade: os alfa tem uma afinidade maior pela adrenalina, depois pela noradrenalina e por fim a isoprenalina, e os beta são o contrário, possuem maior afinidade pela isoprenalina, depois pela noradrenalina e por fim pela adrenalina. Atualmente, para o tratamento de doenças, são utilizados fármacos específicos. Em doenças cardiovasculares, os fármacos atuam principalmente nos receptores beta 1. Em doenças respiratórias, os fármacos atuam principalmente nos receptores beta 2. Agonistas adrenérgicos: - Isoprotenerol (bradicardia ou bloqueio cardíaco) - Doputamina (descompensação cardíaca pós cirurgia) - Salbutamol (broncoespasmo) Antagonistas adrenérgicos: - Prazosina (hipertensão) - Doxasozina (hipertensão arterial e hiperplasia prostática benigna)
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A Fenilalanina é um dos aminoácidos essenciais ao ser humano, ou seja, não pode ser sintetizado pelo organismo humano e tem de ser adquirido através da dieta, já que é constituinte de cerca de 3,9% das proteínas do nosso organismo (Voet D e Voet J, 2013). Dentre a classificação dos aminoácidos, a fenilalanina é considerada apolar devido ao resíduo de fenil (anel aromático) que é responsável pela alta absorção de radiação UV usada em quantificação de proteínas (Voet D e Voet J, 2013 e PUBCHEM). Assim como quase todos os aminoácidos, apresenta atividade óptica em seu Calfa (carbono 2) tendo isômeros L (levógiro) e D (dextrógiro), de acordo com o desvio da luz polarizada. O isômero "L" atua como formador de proteínas, enquanto o "D" atua como analgésico (Voet D e Voet J, 2013 e PUBCHEM). Vale ressaltar que os 20 aminoácidos essenciais são do tipo "L". Aminoácidos do tipo "D" podem ser encontrados em bactérias ou são originados por inversão dos tipo "L" já existentes, por ação enzimática (Voet D e Voet J, 2013). A fenilalanina é encontrada no aspartame, um adoçante, substituto do açúcar e muito utilizado em bebidas, principalmente refrigerantes. Existe um grupo de pessoas que sofrem da uma doença hereditária chamada fenilcetonúria (FCU). A estas pessoas falta uma enzima que é necessária para digerir a fenilalanina. Esta, como não é absorvida, passa a acumular-se no organismo até ser convertida em compostos tóxicos, designados por fenilcetonas (como o fenilacetato e a fenetilamina), que são expelidos pela urina.
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Epitalon é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Epitalon apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Epitalon)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Epitalon)